A partir do ano que vem, professores e funcionários do Centro Paula Souza, responsável pelas 162 Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) e 48 Faculdades de Tecnologia (Fatecs), poderão receber bônus de até 2,4 salários caso atinjam suas metas. O sistema é semelhante ao implementado no ano passado pela Secretaria de Estado da Educação para professores e funcionários das escolas de ensino fundamental e médio da rede.
O modelo de bonificação será regido pelo recém-criado Índice de Desenvolvimento do Ensino Técnico e Tecnológico do Estado de São Paulo (Idetec), indicador que leva em conta a empregabilidade dos alunos formados, a taxa de conclusão de curso, a produtividade das unidades e os resultados de uma avaliação feita com professores e estudantes. Com isso, quanto mais alunos uma unidade colocar no mercado de trabalho melhor será sua avaliação e também sua bonificação - atualmente, 92,8% dos alunos das Fatecs estão empregados um ano depois de formados.
"Há muito tempo focamos nosso trabalho nos resultados e há dez anos temos um sistema de avaliação que usamos para fazer o acompanhamento de cada da unidade. A bonificação será um incremento nesse sistema", diz o vice-diretor superintendente do Centro Paula Souza, César Silva. "O primeiro pagamento do bônus está previsto para o começo do ano que vem, referente ao desempenho deste ano", diz.
Cada Fatec e Etec será dividida em grupos para avaliação, de acordo com seu tamanho, curso e tempo de existência. A meta de cada uma delas será chegar ao Idetec da melhor unidade do grupo. Além da meta por unidade, cada profissional será avaliado individualmente pela assiduidade.
O Idesp, índice que determina o pagamento do bônus nas escolas de ensino fundamental e médio regular do Estado, leva em conta o desempenho do estudante em português, matemática e ciências, numa avaliação aplicada pelo governo, e o índice de aprovações das escolas. A meta de cada escola é individual, baseada no quanto ela precisa evoluir em relação a seu próprio desempenho.(AE)
A partir do ano que vem, professores e funcionários do Centro Paula Souza, responsável pelas 162 Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) e 48 Faculdades de Tecnologia (Fatecs), poderão receber bônus de até 2,4 salários caso atinjam suas metas. O sistema é semelhante ao implementado no ano passado pela Secretaria de Estado da Educação para professores e funcionários das escolas de ensino fundamental e médio da rede.
O modelo de bonificação será regido pelo recém-criado Índice de Desenvolvimento do Ensino Técnico e Tecnológico do Estado de São Paulo (Idetec), indicador que leva em conta a empregabilidade dos alunos formados, a taxa de conclusão de curso, a produtividade das unidades e os resultados de uma avaliação feita com professores e estudantes. Com isso, quanto mais alunos uma unidade colocar no mercado de trabalho melhor será sua avaliação e também sua bonificação - atualmente, 92,8% dos alunos das Fatecs estão empregados um ano depois de formados.
"Há muito tempo focamos nosso trabalho nos resultados e há dez anos temos um sistema de avaliação que usamos para fazer o acompanhamento de cada da unidade. A bonificação será um incremento nesse sistema", diz o vice-diretor superintendente do Centro Paula Souza, César Silva. "O primeiro pagamento do bônus está previsto para o começo do ano que vem, referente ao desempenho deste ano", diz.
Cada Fatec e Etec será dividida em grupos para avaliação, de acordo com seu tamanho, curso e tempo de existência. A meta de cada uma delas será chegar ao Idetec da melhor unidade do grupo. Além da meta por unidade, cada profissional será avaliado individualmente pela assiduidade.
O Idesp, índice que determina o pagamento do bônus nas escolas de ensino fundamental e médio regular do Estado, leva em conta o desempenho do estudante em português, matemática e ciências, numa avaliação aplicada pelo governo, e o índice de aprovações das escolas. A meta de cada escola é individual, baseada no quanto ela precisa evoluir em relação a seu próprio desempenho.(AE)
Jogo da memória com fotos das crianças Conteúdo Jogos Objetivos -Divertir-se com o jogo da memória - Compartilhar de um mesmo jogo com o grupo de colegas - Conhecer as regras do jogo da memória
Ano Crianças entre 2 e 3 anos
Tempo estimado Mínimo de quinze minutos e máximo de 30 minutos para cada situação de aprendizagem
Material necessário Pares de cartões com fotos das crianças da turma, tamanho mínimo de 10X10 Cartolina ou papel mais resistente Plástico adesivado para encapar
Desenvolvimento das atividades
1. Tirar fotos das crianças e imprimir cada uma duas vezes para confeccionar os cartões
Informar às crianças que as fotos estão sendo tiradas para confecção do jogo da memória. Recortar as fotos e colar na cartolina mostrando para as crianças conforme forem ficando prontas.
2. Apresentar o jogo
Em roda mostrar o jogo e organizar as peças para que as crianças vejam como se joga. Inicialmente propor o jogo da memória aberto (com as imagens voltadas para cima) e propor para que determinadas crianças encontrem os pares. Deixar que as crianças manuseiem os cartões, sem pressa de que se apropriem das regras convencionais.
3. Organizar mesas com no máximo cinco crianças para que possam jogar o jogo em diferentes momentos
Levar outros jogos que as crianças já conheçam (ex. quebra cabeça, jogos de montar, quebra-gelo) e organizar grupos de crianças para jogá-los. Caso haja mais de uma educadora na turma, uma pode dar apoio aos grupos que estiverem jogando os jogos já conhecidos, enquanto a outra fica na mesa do jogo da memória. Caso não haja outra educadora, organizar primeiro os grupos que jogarão os jogos já conhecidos. Deixar que as crianças joguem sem fazer intervenções sistemáticas nas jogadas de cada uma. A educadora pode ser uma das participantes do jogo e servir como modelo para as crianças. Promover o rodízio das crianças para que a maioria jogue todos os jogos.
Fonte: Revista Nova Escola Postado por Oficina de idéias às 13:50
O Fernando aborda a questão do ECA, legislação que seria "a mais frouxa do mundo" com respeito aos "atos infracionais" dos menores.
Fico sempre assustada com esse tipo de argumento, pois não acredito em punir, mas em educar. Punir uma criança ou adolescente é, sim, necessário, quando todos os possíveis recursos já foram esgotados. Punir o adulto é SEMPRE necessário, pois entende-se que ele já tem maturidade suficiente para entender a gravidade do ato que cometeu.
Falar em "ato infracional" quando se trata de crianças e adolescentes é uma moda que pegou no Brasil há algumas décadas, desde que iniciou o movimento de desqualificar o ECA e a tentativa de rebaixar a idade penal. Parece que a sociedade brasileira entende que crianças e adolescentes são os maiores criminosos deste país, quando apenas 1% dos crimes são cometidos por pessoas nesta faixa etária. Bem entendido: esses "criminosos" infanto-juvenis são sempre filhos "dos outros", ou seja, das faixas mais pobres da população = alunos da rede pública, quando não já expulsos ou evadidos da escola.
A tentativa de rebaixar a idade penal e focar nos "atos infracionais" de crianças e adolescentes é uma forma extremamente eficaz de desviar a atenção dos reais CRIMES dos adultos, em um país que é campeão na injustiça social e judiciária.
Fernando, você parece ser um professor dedicado e bem intencionado, mas tome cuidado para não ser manipulado por aquela parte da corporação que, isso sim, tenta isentar o profissional do ensino de suas responsabilidades, imputando a "culpa" aos alunos e seus pais.
Se "o professor e o sistema" estão sendo responsabilizados pelas mazelas da educação, isso se deve a um pensamento lógico. Vamos então comparar:
Se uma empresa como um todo vai mal, o que se faz? Trocam-se os clientes, ou então a direção e os funcionários?
Se um time de futebol não funciona, trocam-se os espectadores, ou então o treinador e os jogadores?
Se um eletricista fez uma instalação que não funciona, troca-se o eletricista, ou então a casa?
Jogo de "culpa" é pensamento primário e inconsistente. Os problemas da educação no país são graves e nunca se consegue chegar a debater seriamente a questão da qualidade, pois existem falhas e vícios mais graves na base do sistema. Assistam por exemplo este vídeo:
Certamente metade dos leitores deste blog acreditará na versão da escola e da regional de ensino (que confia na versão da escola...). Mas vamos refletir: qual o professor que deixa a classe toda esperando, para "delicadamente" conduzir um aluno de 8 anos para beber água?... E o "pobrezinho" teria escorregado da mão do professor devido ao chão encerado?!... Eu também não gosto de palavrão, então nem vou comentar esse conto da carochinha.
Esse tipo de situação ocorre em escolas de norte a sul do país por causa da IMPUNIDADE. Mas também por causa do preconceito contra o aluno da rede pública, considerado um "infrator" em potencial. No caso específico desse vídeo, ele está sendo tratado como tal! Tenham certeza de que a escola, apoiada pela regional de ensino, não vai tomar qualquer providência para punir ou afastar esse professor, que provavelmente vai continuar tendo o mesmo comportamento com outros alunos, pois foi "inocentado" e nada indica que se arrependeu ou entendeu a gravidade do seu ato. O aluno, tachado de mentiroso, vai levar essa pecha durante toda sua vida escolar, principalmente por ter aparecido na mídia e os pais não terem conseguido fazer BO, o único instrumento que lhes permitiria processar a escola. Aparentemente, esse aluno é bem amparado pela família, que provavelmente o mudará de escola e cuidará de que não fique traumatizado ou abandone os estudos. Mas a tendência é essa: aluno maltratado por professor, diretor ou outro funcionário da "educação" tem vida escolar curta, pois acaba sendo discriminado como "aluno-problema", ou seja, coloca-se sempre a questão: O que será que ele fez, para ser agredido? Daí, para a expulsão ou evasão, é um pulo.
Mas parece que não é essa a preocupação da sociedade brasileira, dividida em duas: uma paga duas escolas, para seus próprios filhos e para os filhos "dos outros". A outra parte paga uma escola onde não pode nem mesmo cobrar um tratamento civilizado para seus filhos, além de quase não ter a possibilidade de mudá-los de lá.
Fernando, você já se perguntou se o aluno "que grita e impede que uma sala toda tenha aula" não poderia ser tratado de outra forma, que não seja a suspensão ou expulsão? Que tal uma aula interessante? Talvez ele seja um líder: que tal dar-lhe tarefas que revelem essa qualidade?
De modo geral, o aluno da escola pública não passa de um número, suas potencialidades não são descobertas nem reveladas. Que ele não se atreva a ser "diferente! A escola pública brasileira não tolera o aluno que se destaca, por um motivo ou outro: seja por sua inteligência, que se traduz em questionamentos, seja por sua inquietude, que revela uma personalidade independente, menos ainda por sua vivacidade, que atrapalha uma "aula" baseada na cópia e na decoreba. Então, em lugar de ser educado, ele é punido. A responsabilidade pela boa educação é atribuída exclusivamente à família, dessa forma a escola está livre e desempedida para deseducar à vontade, como em inúmeros casos que trazemos aqui, casos que são minimizados, pois não indignam os formadores de opinião, cujos filhos estudam na rede particular...
Então, você que têm seus filhos na escola particular, se indignaria ao ver no Fantástico histórias como essas?
Mas não precisa se preocupar, histórias como essas não são divulgadas na grande mídia, elas são abafadas, pois incomodam os sindicatos da "educação" e todas as esferas governamentais, que controlam a mídia nacional. Democracia? Hein???...
Pronto: agora virei uma "destruidora" da escola pública!rs Ao contrário, eu defendo e luto por uma escola pública de qualidade PARA TODOS, inclusive para os cérebros brilhantes desperdiçados pela escola particular, comoessas meninas que não se atrevem a quebrar a "bolha" onde foram inseridas desde o nascimento. Eu tenho certeza de que só a escola pública, com a participação da comunidade fiscalizando seus atos, poderá garantir que o Brasil se torne, um dia, uma grande Nação.
Mais uma reflexão, já que este é um blog tachado de chato (e é mesmo, rs): que tipo de adultos os senhores professores imaginam formar tratando seus alunos por ameba, retardado, bicha ou atirando-lhes apagadores e livros na cabeça? Que recompensa pretendem ter? Não serão esses mesmos professores "crias" de outros que os trataram dessa forma? O "ato infracional" de um professor maltratando aluno não é mais grave do que o mesmo ato cometido por uma criança ou adolescente, seres em formação que aprendem ATRAVÉS DO EXEMPLO?
Oi, é o Joaquim de novo!!! Vim pra dizer que hoje os filmes foram muito legais em mais um dia de loucura com as escolas!!! Outra coisa boa eram as pipocas... Os filmes estavam ótimos eu gostei de todos, mas o mais legal foi o filme Rupestre, de Paulo Miranda, uma animação ótima para aprender a história do homem de uma forma divertida. Hoje a sessão foi bem legal, encontrei até a Duda... Enfim achei ótimo estar escrevendo novamente. Um abração do Joca =:¬)